sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Reflexões de uma doente

Doente. Não há estado pior para se estar. Mas se observar de um outro modo, pode (ou deve) haver um lado positivo nisso... será? Eu sei que é difícil pensar assim, e até mesmo muito contraditório, mas não é de hoje que me pego pensando deste modo quando adoeço. Podia ser pior, ser mais grave, num período mais complicado da vida, por aí vai. Acredito que esta atitude tenha começado no período em que trabalhei no Hospital de Clínicas da Unicamp. Todo dia que chegava para trabalhar agradecia por ter saúde e, mais que isso, poder pagar pelo plano, pelo médico, pela prevenção, pela cura, pelo tratamento.

Estes dias, novamente, foi assim e, coincidentemente, tinha passado pelo HC. Fui visitar meus antigos colegas de trabalho e, como sempre, diante dos muitos pacientes, pensei na alegria que é ter saúde. Dali alguns dias uma forte gripe me pegava, uma faringite que me tirou a voz por uma semana e por fim uma cistite. Tudo junto e misturado, muito remédio, cama. Nesta situação lembrei de um texto que havia postado no blog, há um ano e meio e que, desde sempre, me vem a cabeça. Toda esta introdução foi apenas para relembrar esta história que guardo com carinho e como um grande aprendizado de vida!

Um comentário:

  1. Queridona, os dias passam mais rápido do que gostaríamos, às vezes né? Nossa, fui ler o post e depois o outro do ano passado...parece que faz tanto tempo isso tudo. Fiquei aqui alguns segundos pensando em tudo o que já passamos desde o dia em que a gente se conheceu. Que loucura. Muita risada da vida...terminando num panetone em supermercado de sábado à noite! hahahah!

    Beijos vem logo comer panetone com café!

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