terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Espírito inquieto...


Tem horas que é preciso acalmar o espírito. Muitos planos, muitas ideias, muita novidade, transtorno total entre querer e poder. Muitas vezes sei o que quero, não depende só de mim para fazer. Muitas vezes não sei o que fazer, dúvidas, insegurança, inquietação. Meus pensamentos passam o dia a fervilhar, literalmente são as 24 horas pois durante o sono não me abandonam. Distância, solidão, vontades, saudades e uma constante sensação de que é preciso fazer tudo antes que o agora se vá. Inquietação pessoal, profissional, tudo junto e junta tudo. É o espírito que está inquieto...

Fui até a praia, sentei nas pedras e fiquei observando as ondas virem e irem, sentindo no rosto o vento gelado e o sol luminoso, mas fraco, ouvindo e pio das gaivotas que voam livres de um lado para o outro. Calma e paz. Nada mais confortante que isso. Nada melhor para acalmar os ânimos perdidos e encontrados dentro de si. Estar em frente ao mar. A sensação boa de paz fica consigo mais um tempo. Esgota-se assim que volta ao seu conflituoso mundo interior. É ao menos uma boa razão para voltar à praia e ver o mar.

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